INTERPOÉTICA no ENTRELUGAR da NOSTALGIA

INTERPOÉTICA no ENTRELUGAR da NOSTALGIA
jomard muniz de britto,JMB
 
Mitos e ritos da comicidade não conseguem
anestesiar o cotidiano de toda e qualquer
brasilírica tragicidade .Brasilentidão.
O Brasil continua cindido, sincopado,
esquizóide entre a miséria a ser erradicada
e o fulgor das estéticas contemporâneas.
Tudo permanece presença de abismos.
Baixio das Bestas versus Tropa de Elite 3.
Escrituras intermináveis.
Entrelugar dos deuses em cremação.
Cumplicidades  arriscadas.
Além do dia de finados, a MORTE é
a inevitável barbárie em processo 
civilizatório sem oratórios.
Nossa Presidenta precisaria reler os
Manuscritos Econômico-Filosóficos
para compreender urgências sem promessas.
Educação de todos os sentidos pela Web.
Excesso de informações. Penúria de pensar.
Convivendo com dissonâncias cognitivas e
analíticas dissipações. Argumentos?
Ser e estar esquizóide não significa destino
nem consagração . Jamais seria outra obra
de arte desnorteadora que fosse ao cinema
em busca da suprema falência da  felicidade
clandestina. Nem mesmo deuses e demônios
saberiam o que fazer com a morte anunciada
pelos arrastões. TRANSNORDESTINADOS.
Entrelugar do silêncio ao grito reprimido
em polícias pacificadoras.
O mais terrível e terriFICANTE- pelo gozo
sublimado- é que ninguém conseguiria
explicá-la: a MORTE, situação-limite
n'O CORAÇÃO DO CINEMA.
Se o Brasil nosso de cada dia continua
esquizóide,TUDO BEM, mas nossa esquiZ
é tão fértil quanto intensa e diferenciadora
em BALADAS LITERÁRIAS.
Recife, novembro /2010

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