METAMORFOSES CARNAVALESCAS

jomard muniz de britto, jmb.
 
É preciso continuar tendo FÉ na COPA
e nos carnavais pelo ano inteiro.
Com XICO SÁ no caldeirão dos mitos:
-“Bote óbvio nisso ad infinitum”.
Infinitamente todas as garotadas da
Livraria Jaqueira ao Instituto AR-
QUEOLÓGICO, todos carnavalizando.
Esqueçamos O CORVO do NUNCA MAIS
e continuemos desejando SEMPRE MAIS.
De todos os ARrecifes. ARdentes.
Porque Olinda “não pode agonizAR”,
ó Clóvis, folião mais ecológico revendo
BAJADO na reinvenção de Fernando Augusto.
Tudo pode ser saudável melancolia no
BLOCO da SAUDADE. Fi(d)el saudosismo.
Sempre irradiando paixões e pulsações pelo
GALO da MADRUGADA mais ainda
disputando frevanças com o Bloco do NADA.
Do Pátio de Santa Cruz com anjos e demônios
transfigurados no MAR de todas as ondas,
abismos, blogs, módulos e metaleiros.
Por que não experimentar o frenesi da
MARCHA das VADIAS na rua da Aurora?
Tudo pode indicar experimentação no AR.
Esperemos sem temer o Batman carioca no
MARCO ZERO sobrevoando ladeiras e odores
olindenses e metropolitanos.RECIFEDE?
Relembremos camarotes desautorizados pela
folia das ruas em becos sem saída nem
salvação tropicaliente.
Metamorfoses do GILuminoso deflorando
recinfernálias. Do mangue beat ao SOM
ao redor da RURAL de Roger. ARrebatando.
Dispensemos a TRANSPARÊNCIA no fervor
da politicidade. Em câmeras tatuadas.
Vamos continuar apostando na nudez foliã
de nossos corações infantis carnavalizando
príncipes e precipícios.
Recife, fevereiro de 2014.

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