PARADOXOS pelo ANO INTEIRO

Até quando suportaremos as atrocidades
de um janeiro derradeiro? Sem rimas.
O Prof. de Astrologia Eduardo Maia
investiu em poema talvez minimalista
vindo desafiar  o coro dos contentes
profissionais da literatura por vir.
Eis o texto a ser lido em voz alta:
- “A questão é: Ocupe a Utopia.
Desocupe a Apatia./Preocupe a Entropia.
e Culpe a Idolatria./Pia!...”
Bem dentro das rimas e risadas em busca
de uma TERA-PIA entre ocultações.
Se a “questão” assinalada nos remete a
mais uma dúvida permanente, nada piamente,
nosso roteiro atravessa problemáticas.
Utopia enquanto missão, predestinação ou
sempre pelo desejo de transgressão?
Que as rimas sonoras em ÃO conduzam
a novas perturbações. Ou novelhas?
Pensar a Utopia Concreta, segundo Paulo
Freire, através dos letramentos sóciohistóricos
em círculos de cultura, talvez tarefa
impensável no país dos mal feitos.
Escândalos além das ficções eleitoreiras
e cotidianas fricções TRANSpartidárias.
Não basta desocupar nossa APATIA entre
redes, passeatas, corações valentes e
saudosos carnavais. Astromancia?
Signos em jornalismo facilitador.
Tudo pode tornar-se desordem redundante
das ENTROPIAS pelo ilimitado WEBsite.
Por que culpar nossa planetária IDOLATRIA
entre fervores governamentais?
 
Jomard Muniz de Britto, jmb à deriva. 

Comentários

 
Copyright ©2018 GArganTA MAGAlhães Todos os Direitos reservados | Designed by Robson Nascimento