SETEMBRO das sobras de agosto aos suspenses em outubro. Jomard Muniz de Britto, jmb

GODARD em 3D pode suspeitar do
superoutro ilusionismo ou eterno retorno aos
deuses pré-socráticos. Virtual cinemágico.
Setembro sem ilusões mitificadoras.
Tudo poderia ter recomeçado em O Som ao
Redor tão cruelmente laCANINO.
Uma de suas personas, um cão, cachorro
pertencente a ele próprio, Jean-Luc,
identificado nos créditos como Roxy Miéville.
Setembro sem TEMERidades.
Circuitos do sublime ao grotesco.
Quase IMAGENS AO REDOR. Ocupem.
Pelo tempo-espaço em que acordamos
nos perigos da comunicabilidade.
Circunvoluções.
Os buracos negros podem nos reconduzir ao
universo paralelo das invenções.
Aos leitores do mundo as credenciais para
exercitar compreensão diante dos
interrogatórios de Karol, com K, entrelugar 
de Kafka aos OUTROS CRÍTICOS.
Quem estaria religado aos indígenas do
Xingu querendo reconhecimento do
QUARUP como patrimônio nacional???
Debates sem fulcros psicopatológicos.
Ouviram setembro investigar a METAFÍSICA
DOS CANIBAIS? O pensador Eduardo Viveiros
de Castro reinventa lin gua gens.
Jean-Luc Godard sabe enfrentar o
perspectivismo  do Livro de MAO a
O AMOR DAS SOMBRAS de Ronaldo Correia
de Brito. Erudições galopantes!
Mas Naná Vasconcelos continua
atravessando ABISMOS: da Universidade do 
Samba de Sítio Novo com a estética da
delicadeza entre Paulinho da Viola e 
Aristides Guimarães.
Setembro BRASILÍRICO reencantando 
Alaíde Costa com Gonzaga Leal.
Setembro ainda vislumbra o BOI do 
inventivo Gabriel Mascaro.NEON BOI por todos.

Recife, setembro de 2015


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