Acima, a imagem da poesia urbana do poeta Sérgio Vaz.

MAIO: qual seu, nosso CAOS?
Jomard Muniz de Britto, JMB

No Largo de Santa Cruz tudo pode ser
outro mundo em miniatura desejante.
Devotos, injustiçados e folgazões
encenando multiVERACIDADES.
Circunvoluções pelos mares e arestas.
Retóricas pelo êxodo (Carlos Gomes)
minimalista.
Ver. Ler. Ouvir  e s c r e v i v e n d o.
O que elas e eles, queremos deste maio?
Desmaios. Desmaterializações. Dívidas.
Olhares em trânsito. Mensagens corporais.
Tragicomédias da política em suspense.
Narrativas de singularidades.
Equívocos? Face a face pelo transe das REDES.
Áfricas e Américas perdurando Brecht na
Guerra do Paraguay de Luiz Rosemberg Filho.
Melodias do Funk ao Sertanejo Universitário
impressionando o professor Lula Couto pela
memorabilia da ousada Caetanave.
Do Largo de Santa Cruz podemos revisitar 
o PELOURINHO em SALVADOLORES
em companhia do casal URANIA TOURINHO 
e FERNANDO DA ROCHA PERES.
Outro par psi-filmológico, Noemi Araújo e
Rubens Machado não poderia dispensar
a leitura de ESCUTA DO DESEJO de
Dinara Machado Guimarães.
Tantos nomes. Maiores quereres.
Maio poderia ser a intrigante conjugação
entre Portugais  e errâncias astrológicas.
Sem esquecer a Imperatriz do Largo 
acima citado em leque vislumbrado.
CAOS e ou CAOSMOSE transfiguradores?
Recife, maio de 2016 

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