MÁGOAS de MARÇO. FULGORES de ABRIL Jomard Muniz de Britto. Ainda JMB Sobrevivemos em cidades alagadas. São águas de março irrompendo verões? Crises que se perpetuam e nos sufocam. Entre certezas rotineiras e medonhas a mar gu ras. Diante e bem dentro. Com e sem lições de abismo le tra do. Mais do que escre VIVER poemações, o que fazer para merecer leitores? Dentro e fora das en ce na ções danadas. Mais que nunca é ainda preciso reinventar carnavais, folias de quase todos. Pragmáticas futebolísticas. Cotidiárias. Todos ou quase todos JOGOS de A Z A R. Para quem encenar novelhas literaturas? Sempre mais escrituras do que livros. Entre amigos, mortais e imortais. Confidentes, parentes e aderentes. Outras inevitáveis contra-dicções. Outros desejos de democratização? Nossas fontes primárias se dispersaram entre arquivos e NET-historicidades? Mais do que sempre é preciso sonhar, escapando e não dos pesadelos. Nossa cultura política republicana ainda sobrevivendo nos outroras. PALAVRAS CRUZADAS enfrentando tensões e interpretações em suspense. ALETRAR para melhor VEROUVIR. Celebrar, contestar. Inventariar possibilidades. Perigos e promessas de analíticas conversações com todo senso de humor. Sem fazer gracinhas globalizadas................ em mesas de bar, motéis e singelas mu se i fi ca ções para todos e ninguém. Recifeliz Pernambucância 2017 atentadospoeticos@yahoo.com.br

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